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Vender, locar ou trocar, qual a melhor opção para os seus ativos?

Publicado em 04/11/2016

Por Viviane Farias | Redação MundoLogística

Após o final de um ciclo, um grande operador logístico, responsável pela operação de um fabricante de cosméticos, teve o seu contrato encerrado. Todos os itens utilizados na operação ficaram obsoletos, pois sem a operação, não conseguiu manter as despesas do local. Nesse momento, o operador tem duas alternativas: vender o seu ativo, que está depreciando e sem uso, ou manter esse ativo e ir à busca de novos clientes. Para essa opção, a resposta depende de algumas variáveis, como o mercado, os clientes, o potencial de estrutura, o capital de giro, entre outras. 

Diante disso, a Solução Armazenagem compra os ativos dessa empresa, gerando caixa, ou pode vendê-los em consignação, aumentando o ganho, uma vez que conta com uma base de clientes de mais de 14 mil empresas, em todo o Brasil, e um know-how de 15 anos, com empresas de todos os portes e segmentos do mercado.

Além disso, acrescenta o diretor Comercial da Solução Armazenagem, Osvaldo Kenedy Jardim, é possível fazer a troca por outro equipamento de igual valor, para uma necessidade futura. “A empresa entrega o seu produto para a Solução comercializar e, quando necessitar, ela devolve a mesma quantidade de material para o cliente, evitando a depreciação das estruturas.”

Segundo o diretor, o cliente pode comprar produtos com as mesmas características do anterior por um preço muito mais atrativo, bem como comprar tanto produtos usados, quanto novos, com condições diferenciadas de mercado, por meio de um acordo financeiro diretamente com a Solução.

Outra opção é locar a estrutura por um valor fixo mensal, não precisando imobilizar ou descapitalizar. “O cliente poderia pegar de volta a sua estrutura antiga, na troca garantida, ou trocar o seu material usado por um material novo ou seminovo, que atenda as suas novas necessidades, podendo utilizar carros, caminhões e outros bens depreciáveis como forma de pagamento. O cliente que locou a estrutura pode comprá-la no final do contrato ou gerar um novo ciclo, mantendo a continuidade de seu negócio”, completa Jardim.

 

 

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