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Santa Catarina conta com mais um terminal Redex para exportação

Publicado em 26/03/2015

Nova estrutura permite reduzir custos logísticos, garantindo vantagem competitiva para os exportadores

O Centro Logístico Integrado Fastcargo (CLIF) de Itapoá, Santa Catarina, litoral Norte de Santa Catarina, inicia 2015 garantindo um novo ritmo ao processo de exportação de cargas no Estado. Localizado a 7,2 km do Porto Itapoá, o CLIF foi homologado pela Receita Federal para operar como Recinto Especial para Despacho Aduaneiro de Exportação (Redex). Com a autorização, Santa Catarina passa a contar com seis empresas atuando como terminal Redex.

O momento de implantação do serviço não poderia ser mais propício. Segundo o Sindicato das Agências de Navegação Marítima e Comissárias de Despacho do Estado de Santa Catarina (Sindasc), em 2014, o Porto Itapoá registrou um aumento de 41% na movimentação de cargas de importação e exportação, em relação ao ano anterior, superando a marca de 200 mil TEUS no ano.

A operação Redex vem em uma linha crescente. Em 60 dias de operação, o CLIF movimentou de 150 a 200 contêineres por mês, principalmente cargas de madeira compensada. “No ritmo acelerado das exportações, a expectativa é dobrar essa movimentação nos próximos dois meses”, comenta a diretora Operacional do CLIF, Raquel Benche dos Santos Izauro.

O Recinto Especial de Despacho Aduaneiro de Exportação tem como principal objetivo melhorar o desempenho logístico, proporcionando agilidade ao processo de exportação e reduzindo custos operacionais. Isso acontece porque a liberação das mercadorias é feita pela Receita Federal dentro do próprio CLIF.

“Em números, representa, aproximadamente, a redução de 30% nos custos logísticos, principalmente, em processos com características especiais ou parametrizados em canal vermelho. Enquanto algumas empresas resistem em aderir a essa ferramenta, outras comemoram a redução nos custos de exportação. Essa redução é essencial para que as empresas exportadoras se tornem mais competitivas no mercado internacional”, resume Raquel.

As empresas exportadoras ainda contam com uma vantagem adicional, a possibilidade de embarcar pequenos lotes. Caso o exportador não consiga completar com carga de um contêiner, as mercadorias podem seguir para o Redex, onde serão adicionadas cargas de outras empresas para completar o contêiner. Essa atividade é desenvolvida comercialmente pelos freight forwarders (agentes de carga).

Para operar como Redex, o CLIF conta com estrutura própria e equipamentos modernos, para oferecer soluções customizadas para as operações logísticas de armazenamento de cargas destinadas ao Porto Itapoá. A empresa possui, ainda, certificações indispensáveis para seu funcionamento, além de certificações do Exército Brasileiro, Ministério da Agricultura e Pecuária, e Polícias Federal e Civil. Os certificados garantem que o terminal atenda a todos os requisitos necessários para o correto armazenamento de cargas controladas como armamento e produtos químicos.

 

 

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