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		<title><![CDATA[Últimas mensagens do tópico "Júlio Simões põe R$ 70 mi para entrar na cana"]]></title>
		<link>http://www.revistamundologistica.com.br/posts/list/6.page</link>
		<description><![CDATA[Últimas mensagens enviadas no tópico "Júlio Simões põe R$ 70 mi para entrar na cana"]]></description>
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				<title>Júlio Simões põe R$ 70 mi para entrar na cana</title>
				<description><![CDATA[ [i]Fonte: (Wagner Oliveira - Gazeta Mercantil)[/i]<br /> <br /> O Grupo Júlio Simões anunciou investimentos de R$ 90 milhões em três novos negócios - dois deles inéditos. Pela primeira vez, a corporação entra na logística do álcool e também constrói seu próprio armazém rodoferroviário. O terceiro contrato envolve a logística para a nova fábrica da Votorantim Celulose e Papel (VCP).<br /> <br /> O maior projeto é o do álcool, setor que o grupo vinha prospectando há alguns anos. A Júlio Simões quer usar a expertise obtida no setor de celulose, onde opera há vários anos e detém muitos contratos, para fazer a logística desde a colheita, transporte e carregamento na área da usina - também existe a possibilidade de distribuir o combustível.<br /> <br /> A empresa ganhou contratos de terceirização da usinas Cosan e Clealco, ambas na região de Araçatuba (SP), além da Brenco, em Goiás. Os investimentos foram da ordem de R$ 70 milhões, na compra de 34 colheitadeiras, 66 tratores, 23 caminhões e 42 rodotrens. "Apostamos muito neste negócio pelo potencial de crescimento da terceirização da logística neste setor", afirmou Fábio Velloso, diretor-executivo de Operações e Serviços do Grupo Júlio Simões.<br /> <br /> Velloso afirmou que a logística representa 25% do investimento de uma usina. "Se o empreendedor terceiriza, a cada quatro novas usinas, ele pode construir mais uma", diz ele, para descrever o potencial de crescimento. "O usineiro passa a se dedicar exclusivamente ao seu core business."<br /> <br /> O avanço da mecanização da colheita da cana-de-açúcar é, para a Júlio Simões, outro indicativo do potencial do setor. "Com nossa experiência na celulose, onde temos contratos com os grandes, como Aracruz, Suzano e Votorantim , podemos entrar com nossa força para diminuir custos e tornar o negócio bom para ambas as partes."<br /> <br /> Centro intermodal<br /> <br /> O grupo está em fase de finalização do seu primeiro armazém - já opera outros centros de distribuição, mas sem a propriedade. Na cidade de Itaquaquecetuba (Grande São Paulo), vai inaugurar em junho o Centro Logístico Intermodal, localizado num ponto estratégico: ao lado da rodovia Ayrton Senna, da ferrovia administrada pela MRS Logística e próximo do ponto onde futuramente será construído o trecho norte do rodoanel de São Paulo.<br /> <br /> A empresa investe R$ 14 milhões no centro logístico, que terá inicialmente 5 mil metros quadrados cobertos e igual metragem descoberta - as duas áreas somadas são do tamanho de um campo de futebol. O terreno em que está a obra mede 350 mil metros quadrados.<br /> <br /> De acordo com Fábio Velloso, o local é estratégico e possibilitará vários negócios para a Júlio Simões, já que a empresa terá um ramal que se interligará à ferrovia da MRS. Ele afirmou que já fechou um contrato, mas não quis revelar o nome do cliente.<br /> <br /> "Além de estar do lado da rodovia Ayrton Senna, o terminal fica a menos de 100 metros da ferrovia da MRS, que faz ligações com São Paulo, Porto de Santos e Rio de Janeiro, por exemplo. Também representa um potencial muito grande", disse.<br /> <br /> Terminal em Três Lagoas<br /> <br /> Por fim, a empresa investiu R$ 6 milhões para operar o armazém da nova fábrica de celulose do Grupo Votorantim em Três Lagoas, Mato Grosso do Sul. A Júlio Simões fará o carregamento da produção até um terminal que construiu a 40 quilômetros da fábrica. O armazém fica às margens da ferrovia que fará o embarque da celulose para Santos, de onde será exportada.<br /> <br /> Segundo Velloso, o empreendimento previa a construção de um ramal ferroviário até a fábrica, obra que ficaria a cargo do governo. A VCP decidiu terceirizar o negócio enquanto o ramal não é feito.<br /> <br /> Com os novos contratos, o grupo caminha para crescer 20% em logística. No geral, incluindo concessionárias de veículos, o conglomerado fundado pelo português Júlio Simões vai crescer 14% em relação aos R$ 2,3 bilhões faturados em 2008 (R$ 1,4 bilhão com logística e R$ 900 milhões em concessionárias). O avanço previsto para 2009 é expressivo, mas fica abaixo da média de 33% de ¨expansão obtida nos últimos cinco anos. ]]></description>
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				<pubDate><![CDATA[Mon, 20 Apr 2009 19:07:20]]> GMT</pubDate>
				<author><![CDATA[ RevistaMundoLogística]]></author>
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				<title>Júlio Simões põe R$ 70 mi para entrar na cana</title>
				<description><![CDATA[ <br /> Realmente o Grupo Julio Simões vem investindo pesado no negócio da cana . . . e sem falar que no meio automotivo ela também tem um grande contrato com a volkswagem.<br /> <br /> Abraços.<br /> <br /> Att.<br /> Anderson Halis.]]></description>
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				<pubDate><![CDATA[Thu, 9 Jun 2011 08:07:36]]> GMT</pubDate>
				<author><![CDATA[ Anderson Halis]]></author>
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