RevistaMundoLogística
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O setor têxtil brasileiro, composto por 30 mil empresas, tem faturamento anual de mais de US$ 30 bilhões e exportação superior a US$ 2 bilhões. É o segundo maior empregador da indústria de transformação no país, o sexto maior produtor de têxtil do mundo e o segundo maior produtor de denim (tecido pesado de algodão cru, normalmente usado na fabricação do jeans), perdendo neste quesito apenas para a China. Estas informações mostram a relevância desse setor, considerado um dos mais estratégicos para a economia nacional.
Porém, como em qualquer outro setor, a concorrência também vem aumentando, principalmente quando falamos de produtos asiáticos, que ingressam no mercado nacional com um preço muito inferior ao praticado. Sendo assim, as empresas nacionais devem buscar diferenciais competitivos dentro de seus negócios.
Redução de preço, aumento da produtividade, controle dos gastos são itens importantes. Mas o que muitas empresas não percebem é que a logística também pode ser um grande diferencial competitivo para os negócios, gerando diversos ganhos nos processos das empresas, e principalmente nos resultados.
A logística não corresponde somente ao transporte dos bens, mas também diz respeito à troca de informações dentro das empresas e entre parceiros. E levando em conta que a informação é a chave para qualquer negócio, existe sempre o cuidado na forma como ela será transmitida e tratada.
É justamente para otimizar o processo de troca de informação, que a GS1 Brasil disponibiliza um padrão de mensagens eletrônicas, denominado EANCOM. Por meio dessa ferramenta, é possível a utilização de uma linguagem única para todo o setor, facilitando a comunicação entre os parceiros da cadeia de suprimentos, além de garantir a qualidade e veracidade das informações trocadas.
A integração das mensagens eletrônicas com o código de barras possibilita às empresas criar um diferencial competitivo, uma vez que automatizando suas operações as tornam muito mais confiáveis. E no final das contas quem também acaba beneficiado com todas essas mudanças é o consumidor final, que leva para casa um produto legitimamente seguro.
*George Passini Michail é assessor de Soluções de Negócios da GS1 Brasil (Associação Brasileira de Automação ? Antiga EAN Brasil)
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