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Sest Senat aplica quase 60 mil aulas no simulador de direção para o transporte pesado

Publicado em 13/12/2017

Implantado em 2016, treinamento já beneficiou mais de 6,5 mil condutores profissionais

A utilização dos simuladores de direção para capacitar motoristas do transporte pesado (caminhão e ônibus) esteve presente em quase 60 mil aulas no Brasil. Adotada desde 2016, a iniciativa do Serviço Social do Transporte e do Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (Sest Senat) beneficiou quase 6,5 mil motoristas profissionais no país. A ferramenta reproduz o interior do veículo em tamanho e recursos, possibilitando vivenciar como é conduzir em rodovias, serras e estradas de terra, simulando diferentes tipos de carga e porte.

De acordo com a ProSimulador, empresa que fornece a ferramenta, são 75 simuladores instalados nas unidades do Sest Senat, localizados em 73 municípios Brasil afora. Nos cursos são prestadas orientações para a condução segura e econômica, sobre o uso de tecnologias embarcadas, entre outros temas.

O equipamento voltado ao transporte pesado atende motoristas com Carteira Nacional de Habilitação (CNH) nas categorias C, D e E que trabalham com micro-ônibus, ônibus rígido urbano, rígido rodoviário, urbano articulado, urbano biarticulado, caminhão rígido com plataforma e baú, além de cavalo mecânico com um ou dois reboques.

Em entrevista, a diretora executiva do Sest Senat, Nicole Goulart, explica que o objetivo da ferramenta é proporcionar uma qualificação mais completa ao motorista profissional. “Os treinamentos com simulador de direção possibilitam vivenciar situações extremas em um ambiente seguro e controlado. Além disso, geram redução do consumo de combustível, da emissão de gases poluentes e do custo de manutenção do veículo.” Ela diz também que o objetivo é capacitar aproximadamente 50 mil motoristas profissionais até 2019.

Alerta nas estradas
Segundo dados da Pesquisa CNT de Rodovias 2017, da Confederação Nacional dos Transportes (CNT), em 2016 foram contabilizados mais de 96 mil acidentes nas rodovias federais brasileiras, resultando em 6,4 mil mortes, ao custo estimado de R$ 10,8 bilhões (considerando as despesas nas perdas de vidas, danos materiais dos veículos e o prejuízo com as cargas). O valor é inferior aos R$ 8,6 bilhões investidos em infraestrutura para melhorar as condições da malha viária brasileira.

Ainda de acordo com o levantamento, ao analisar cerca de 106 mil quilômetros de rodovias pelo país, constatou-se que 61,8% dos trechos apresentam algum problema - por exemplo, sinalização insuficiente, pavimento ruim e geometria irregular.

 

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