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Como a mobilidade vai mudar o setor de Logística?

Publicado em 20/09/2017

Pesquisas apontam perdas de lucro e produtividade e revelam necessidade do segmento voltar os olhos para essa solução

Um dos maiores desafios das transportadoras é a redução de custos nas suas operações. Sabe-se que as empresas do setor trabalham com margens muito apertadas e que a crise econômica complicou ainda mais este cenário.

O ano passado foi bastante turbulento para o segmento. A sondagem “Expectativas Econômicas do Transportador 2016”, realizada pela CNT (Confederação Nacional do Transporte), mostra que a maioria das empresas, cerca de 60,1%, teve diminuição de receita bruta e que 58,8% precisaram reduzir o número total de viagens, sendo que, para a maioria, 74,6%, houve aumento do custo operacional.

Segundo o estudo “Custos Logísticos do Brasil”, do Ilos (Instituto de Logística e Supply Chain), esse aumento de custos operacionais para o transporte rodoviário de cargas é resultado de um desequilíbrio de uma demanda relativamente baixa durante o período, perante a oferta de empresas, que não repassaram o aumento de custos aos seus clientes. Nesse cenário, as empresas precisaram aumentar o volume de viagens, mesmo que ganhando menos, momento em que a sobrevivência do negócio passou a depender diretamente da sua capacidade de ter produtividade.

É aqui que a automação e a mobilidade entram. Com essas estratégias, os gestores vão ser capazes de transformar a operação logística, com ganhos significativos, que podem chegar a 50% de aumento de produtividade, com equipes menores, e 90% de redução das falhas operacionais, como troca ou falta de volumes em encomendas.

A TOTVS, importante empresa do segmento, acredita que a tecnologia é um importante passo para a retomada do segmento e que, somente por meio dela, será viável uma série de melhorias capazes de mudar o cenário vivido atualmente pelas empresas do setor. Para isso, a companhia disponibiliza ofertas para importantes processos na operação das transportadoras e operadoras logísticas, como as citadas abaixo:

Automação dos terminais de cargas
Base de toda a operação da transportadora, o terminal de cargas é local onde ocorrem os recebimentos das mercadorias para a entrega final. Automatizar este processo consiste em receber e embarcar os volumes com mobilidade, por meio de coletores de dados. Toda mercadoria é etiquetada com um código de barras e já no recebimento é bipada com o coletor. Quando o caminhão é abastecido, ocorre o mesmo processo, gerando uma conferência dupla sobre o que entra e o que sai do armazém. A tecnologia é capaz de reduzir em 90% as falhas operacionais, como troca ou falta de mercadorias, problemas muito comuns, que geram perda de tempo, custo e retrabalho. A mobilidade, além de automatizar, torna o processo muito mais produtivo, com ganhos de até 50%.

Cockpit Logístico
A solução possui um recurso de aplicativo para os motoristas durante as entregas. Em um smartphone ou tablet, que conta com componente de geolocalização, o motorista pode acompanhar toda a sua rota, assim, de forma visual, consegue saber o que já foi executado e o que ainda está para fazer com facilidade. Além disso, usando o dispositivo móvel, o motorista pode tirar uma foto do comprovante de entrega e enviá-la, em tempo real, para o escritório, com a opção de fazer uma assinatura digital.

Também é possível reportar as ocorrências durante a viagem, como problemas com o caminhão ou a ausência do destinatário para o recebimento. Todo esse controle proporcionado pela mobilidade impacta diretamente na produtividade e nível de gestão da empresa, que, com atualização automática no seu ERP, obtém um tempo de resposta muito mais rápido e consegue tomar decisões no momento em que as situações estão acontecendo.

RFID
O controle dos armazéns por radiofrequência já é uma realidade. O portal RFID para a entrada e saída das mercadorias nas operadoras logísticas proporciona uma rapidez e segurança incomparáveis, quando olhamos para o modelo tradicional. Outro ponto que chama muito a atenção é no processo de inventário, que pode sofrer redução no tempo em até 80%, elevando significativamente a produtividade da operação.

Segundo a diretora dos segmentos de Manufatura e Logística da TOTVS, Angela Gheller Teles, pequenas e médias empresas ainda precisam investir mais em tecnologias de mobilidade. “Para eles, os ganhos de produtividade são percebidos rapidamente, além de necessários para a retomada econômica dos seus negócios. Todas as nossas soluções estão disponíveis no modelo Intera, isto é, na nuvem e por meio de uma assinatura. Assim, não há altos investimentos com licença de software ou com infraestrutura. A TOTVS está comprometida em tornar a transformação digital viável e acessível para todas as empresas.”

A expectativa do segmento de transporte rodoviário de cargas para 2017 é de uma retomada dos negócios, com crescimento da receita bruta, opinião de 47,7% dos empresários que participaram da pesquisa da CNT.

 

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