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Torre de controle logístico: gestão, eficiência e redução de custos para operação logística

Em tempos modernos, a tecnologia imprime um novo jeito de viver, se relacionar e consumir.

Internet das coisas, robótica, indústria 4,0, veículo autônomo, drones, realidade virtual e aumentada e outras inovações do presente século, facilitam nossas vidas, mas também fazem de nós consumidores mais exigentes.

A logística neste cenário de revolução deve ter papel protagonista no que tange a inovação, eficiência e qualidade. Visto que, comprar, vender, produzir, coletar e principalmente entregar, ganhou um viés gerencial diferente do que sempre foi.

Assim, para uma empresa que busca destaque no seu segmento, fazer de sua logística um diferencial competitivo é substancial. Logo, ter processos bem definidos para entregar mais do que planejou e ter informações em tempo real para tomada rápida de decisão, é o mínimo a perseguir.

Mas o maior desafio das organizações é encontrar o ponto de equilíbrio entre nível de serviço excelente e o custo ideal. Aliás, sempre foi.

Altos níveis de serviços significam custo alto, e vice-versa. Para encontrar o ponto de equilíbrio é obrigatório ir além do planejamento e da simples execução.

O que nos leva à uma pergunta MUITO importante:

Como melhorar a eficiência logística da minha empresa?

E uma excelente resposta seria:

Aquisição direta de tecnologia, adoção de gestão à vista, informações em tempo real, poder rápido de execução e escalonamento célere de problemas envolvendo a todo o time estratégico e operacional.

Mas aí chegaríamos à uma nova pergunta:

E como ter tudo isso funcionando e gerando excelentes resultados?

E a resposta perfeita seria:

Implementando uma Torre de Controle Logístico.

O que é Torre de Controle Logístico

Torre de controle é uma central de integração e inteligência logística que visa aumentar a eficiência da cadeia produtiva com foco em planejamento, processos, execução, métricas e correção de desvios em tempo real.

Uma metodologia de gestão fundamentada nos pilares de segurança, qualidade, produtividade e redução de custos. Que tem como ferramentas principais:

  • Cascateamento de metas;
  • Automação;
  • Rastreabilidade;
  • Monitoramento;
  • Programação;
  • Padronização operacional;
  • Adoção de métricas;
  • Excelência na execução.

Ou seja, ver, identificar e agir é a grande sacada da torre, que em síntese, apoia a tomada de decisão a partir da definição de intervalos de tolerância e de níveis de criticidade.

Assim, diminui o tempo de ação de dias ou horas para minutos, o que consequentemente permite fazer mais com menos, ou seja, maximiza potenciais e reduz prontamente os custos.

Onde a torre atua e o que controla
Podemos comparar a torre de controle logístico à uma torre de aeroporto. Assim como o controle sobre aviões e helicópteros começa antes mesmo do embarque e, só se encerra quando a luz de apertar os cintos se apaga. O mesmo se dá com a torre.

Ela é um conceito alicerçado em cinco pilares:

  1. Planejamento: a torre de controle recebe o sonho da área, ou seja, o planejamento e desdobra as metas com toda a cadeia fazendo o cascateamento (em micro metas) até a base operacional;
  2. Processos: define tarefas, donos, tempos, critérios e padroniza tudo;
  3. Execução: acompanha a execução de cada ação garantindo que quem vai executar saiba que fazer, quando fazer e em que tempo fazer;
  4. Métricas: mede e compara através de relatórios gerenciais e indicadores chaves de performance. Dividindo com todos os envolvidos visando apoiar a tomada de decisão;
  5. Melhoria contínua: faz hora a hora, ou em tempo menor, um PDCA (PLAN – planejar, DO – executar, CHECK – verificar e ACT – agir), ou melhor que isso; um SDCA (S de Standard), o ciclo SDCA, segue a mesma linha do PDCA, mas com a diferença de que ao invés de apenas planejar, faz-se a padronização.

A torre de controle busca garantir disciplina operacional e boa execução do trabalho. O que só é possível através de monitoramento e padronização de processos e tarefas.

Onde a torre atua diretamente

  • Tempo improdutivo e movimentações desnecessárias: rotas longas demais que aumenta o custo, espera de carga e descarga no cliente e “passeio”desnecessário com a carga;
  • Capacidade produtiva: Pessoas (produtividade) equipamentos (desempenho);
  • Ociosidade veícular: melhor ocupação da capacidade do ativo;
  • Tratativa de ofensores: quebra mecânica, abastecimento, pneus furados, restrições ou qualquer outro incidente ou ocorrência;
  • Custos operacionais: alugueis, consumo de combustível, insumos, pneus e peças;
  • Roteirização e programação: raio de rodagem, quantidade de coletas e entregas, necessidade para atendimento da demanda;
  • Turnover: Jornada de trabalho do motorista e equipe operacional. Minimização direta do turnover.

Uma torre de controle logística pode ainda ofertar outros ganhos subjetivos, e por isso, incalculáveis. Entre os principais estão:

  • Melhoria na segurança da informação e reputação do negócio;
  • Encantamento do cliente pelo serviço rápido, seguro e mais barato;
  • Segurança de pessoas: viés importantíssimo para respeito à vida e uma operação mais produtiva;
  • Controles a padronizações gerais.

Qual o melhor modelo de atuação
Cada negócio tem particularidades, porém a torre de controle logístico cabe perfeitamente em qualquer operação logística, pois o conceito é universal, independente do que se transporta.

Existem empresas que tem lá um TMS e um software de rastreamento ou roteirização e já se intitulam torre de controle. Mas apenas isso não basta. Não preenche o conceito.

Obviamente a torre faz uso de tecnologias como as citadas, mas dentro de um conceito mais robusto, porém, relativamente simples:

  • Centralização logística: localização geográfica e estratégica da central logística garantindo assim a adequação a estratégia, padronização e uso de beachmark;
  • Monitoramento e rastreamento: uso de tecnologia embarcada para controle total dos ativos em tempo real, tratando desvios e aumentando diretamente a eficiência dos mesmos;
  • Programação de transporte: roteirização e despachos de caminhões para coletas e entregas visando a rota ideal, mais segura e econômica;
  • Gestão do melhor modelo de Report informativo: equalização e padronização de relatórios gerenciais e definição de canais de compartilhamento apoiando na tomada de decisão;
  • Métricas: medição hora a hora da operação para acompanhamento e ação corretiva;
  • Scalation List: processo que visa contato direto com a liderança para escolanemento dos problemas buscando solução imediata para os desvios;
  • Melhoria contínua: faz uso de ferramentas e conceitos de melhoria contínua em todas as suas fases.

Concluindo...

Entregar o planejado, no tempo e qualidade requerida, em uma operação segura e no custo ideal é a missão da torre de controle. Não há dúvidas que essa seja uma ferramenta ideal para que o sonho, ou seja, o planejamento, aconteça de modo excelente, com gestão no detalhe e tomada de decisão rápida e assertiva.

Se deseja maximizar sua eficiência logística, ter controle operacional, tático, estratégico e custos reduzidos, implante já uma torre de controle logístico.

Se você ainda não tem uma, está perdendo tempo, dinheiro, e, consequentemente, clientes.

Até a próxima!

Achiles Rodrigues

Por Achiles Rodrigues

Possui mais de 16 anos de atuação em logística, transportes, processos e pessoas. É professor de liderança e criatividade e um entusiasta do mundo digital. É graduado em administração de empresas, Teologia e pós-graduado em MBA Logística e Supply Chain.

 

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