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Tecnologia onipresente: o que muda para empresas e equipes da cadeia de suprimentos

Artigo | Por Carolina Cabral*

Já não é mais novidade que a tecnologia vem mudando a dinâmica de todo o mercado de trabalho e que muitas tarefas manuais serão automatizadas nos próximos anos, possibilitando que os profissionais deem foco em tarefas mais estratégicas e que favorecem os relacionamentos e negociações. As pesquisas de mercado mais otimistas, como a da ManpowerGourp, indicam que as empresas das áreas de Tecnologia e Recursos Humanos terão um crescimento acima dos 20%.

Na realidade, os empregos das gerações futuras ainda não existem e as pessoas devem se preparar para as oportunidades que poderão surgir em função dos impactos da tecnologia nas empresas. Para garantir a atividade no mercado, os profissionais terão que desenvolver novas competências que os permitam acompanhar os avanços digitais em todas as esferas.

Mudanças nas organizações
A automação nas empresas pode gerar maior organização das informações e alguns aceleradores, como o aumento de vendas e da competitividade, tudo por meio de soluções que auxiliam no desenvolvimento e execução de estratégias em todos os âmbitos. É fundamental que as equipes estejam cada vez mais atualizadas e preparadas para evoluírem conforme as demandas do mercado, e nesse contexto as companhias têm responsabilidade em treinar os profissionais para que busquem aprimorar sua performance individual e em grupo.

As atividades operacionais que serão realizadas pelas máquinas devem ser definidas, estabelecendo uma diretriz clara de atuação para as equipes, para que possam agregar valor com a geração de insights. Quanto mais automatizado for o processo operacional, mais as pessoas se tornam estratégicas.

Profissionais devem buscar atualização constante
Na área de Supply Chain, o cenário é de maior integração com os fornecedores, além de maior transparência nas negociações, melhores resultados e satisfação dos clientes internos e externos. Aspectos que potencializam a eficiência do comprador nas negociações, segundo as cinco forças competitivas de Michael Porter.

Estar em dia com as novidades, participar de congressos e eventos para identificar novas metodologias e ferramentas devem fazer parte daqueles que desejam se destacar e gerar valor para sua companhia. A saída é ser cada vez mais especialistas no setor de atuação, conhecendo muito bem a estratégia da empresa e as categorias negociadas.

O importante é não lutar contra a tecnologia. Sua presença já é realidade no mundo empresarial, em nossas tarefas domésticas e momentos de lazer. Abrace a possibilidade de ser inovador, seja nos sistemas utilizados ou na forma como desenvolve colaboradores. Organizações com esse perfil têm se posicionado melhor no mercado, pois buscam adaptar-se e antecipar-se às rápidas e constantes mudanças da atualidade.

 

*Carolina Cabral é sócia-diretora da Nimbi, especialista em tecnologia para a cadeia de suprimentos

 

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